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Estação de metrô Amadora Este usa cores e azulejos para abrir o espaço subterrâneo

Inaugurada em 2004 na Linha Azul de Lisboa, a estação combina tons de azul e amarelo com painéis de azulejos da pintora Graça Morais.

Por The Daily Lisbon · Publicado em 19 de julho de 2026

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Amadora Este é uma das estações do Metrô de Lisboa, conhecida pelas paredes em amarelo vibrante e azul que remetem à terra e ao céu. De acordo com o The Portugal News, o projeto busca criar uma atmosfera aberta e natural dentro de um espaço subterrâneo.

A estação foi inaugurada em 2004 na Linha Azul. O projeto arquitetônico é de Leopoldo Rosa, com obras de arte da pintora Graça Morais, dando continuidade à longa tradição do Metrô de Lisboa de unir arquitetos a artistas plásticos.

Localizada no município de Amadora, na extremidade oeste da região metropolitana de Lisboa, a estação fica entre as estações Reboleira e Alfornelos, integrando a rede de transporte que liga Amadora ao centro de Lisboa.

A escolha das cores é central no projeto. O azul e o amarelo foram usados de forma deliberada para contrastar com a sensação de claustrofobia que o ambiente subterrâneo pode provocar, e as altas paredes da plataforma foram pintadas nessas tonalidades para transmitir uma sensação de amplitude aos passageiros.

Graça Morais contribuiu com dois grandes painéis de azulejos nas extremidades da estação. Os azulejos, utilizados há séculos na arquitetura portuguesa, permitem que a obra de arte cubra grandes superfícies e se integre à estrutura da estação, em vez de funcionar como uma pequena decoração.

O resultado é uma estação de metrô em pleno funcionamento que também se configura como uma obra de arte pública. Para os passageiros diários da Linha Azul, Amadora Este transforma uma viagem comum em um breve encontro com o design português contemporâneo.

Estações como esta ilustram também como o Metrô de Lisboa se expandiu para além do núcleo histórico da cidade, alcançando municípios vizinhos como Amadora. A construção de novas estações abriu espaços inéditos para artistas e arquitetos, e a parceria entre Leopoldo Rosa e Graça Morais segue o modelo consolidado da rede de tratar cada estação como uma encomenda de design individual. Para os moradores de Amadora, a estação é o ponto de acesso diário à rede de Lisboa, e seu interior colorido oferece um começo, ou fim, marcante para o trajeto até a capital.

Fontes: The Portugal News.

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